sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Eu resolvo!!!!
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art*
Para onde vão as chiclets que pomos debaixo da mesa da sala de aulas?!!!::

Não sendo uma Wall of Fame, esta Gum Wall, ou Wall of Gum, não deixa de ser menos famosa por isso, ou de merecer uma visita sua. Na verdade, está tão bem considerada que em 2009 passou a figurar no segundo lugar do top 5 das atracções turísticas com mais concentração de germes do mundo. Ao lado de nomes tão importantes como a Praça de São Marcos em Veneza, ou a Pedra de Blarney, na Irlanda – que ficou em primeiro lugar.
Mas um bocadinho como a Lei da Gravidade de Newton ou o Princípio de Arquimedes, que foi descoberto na banheira, The Gum Wall não foi um projecto deliberado. Corria o ano de 1993 quando em Post Alley, por baixo do Pike Place Market, um grupo de espectadores que aguardava na fila do Market Theatre mastigava o tédio como forma de enganar o cansaço pela demora. Quando as pastilhas que lhes entretinham o cérebro perderam o sabor, eles colaram-nas na parede.
Ao início usavam-nas como meio de afixar moedas – quem sabe se para mostrar que tinham dinheiro para pagar as peças pelas quais esperavam e desesperavam - mas com o tempo foram-se as moedas e ficaram só as pastilhas. Mais concretamente, 4,57m de altura por 15 metros de largura de um “papel de parede” autocolante e de aroma frutado que não pára de crescer.
Os trabalhadores do Unexpected Productions’ Seattle Theatresports - donos da parede em causa - ainda tentaram por duas vezes raspar as pastilhas, mas desistiram por volta de 1998, quando funcionários do Pike Place Market se aperceberam de que a parede virara uma atracção turística, com as pessoas a aglomerarem-se para verem as pastilhas e formas de arte à volta delas, e não tanto as produções em cartaz.

De lá para cá, esta parede foi tomada de assalto e é agora uma autêntica galeria de arte a céu aberto. Desde mensagens a posters ou até cartões de visita, esta parede tem servido para afixar de tudo um pouco. Milhares e milhares de molares têm trabalhado este “barro” mui sui generis, mastigando-o até ele atingir o ponto de rebuçado, para depois o entregarem a dedos engenhosos que o esticam ou amassam, transformando-o em coisas tão surpreendentes e variadas como caras de tartarugas ninja, corações ou bandeiras. E assim, pastilha a pastilha, a parede não morre e o mito cresce.
Mas e os germes? Os germes também crescem, é um facto. Em última instância, esta parede não deixa de ser um enorme aglomerado de germes. E, sim, o resultado visual é melhor se reservarmos alguma distância (de segurança). Mas creio que não é preciso ser-se proveniente de Singapura, onde as pastilhas elásticas foram proibidas, para se poder afirmar com toda a convicção que, nojenta ou não, esta parede é algo a que não se fica indiferente.


E, ao que parece, para além do lado artístico esta simpática cultura de bactérias tem se revelado uma forte aliada dos municípios, que testam com a Gum Wall a resistência das pastilhas às adversidades atmosféricas e à passagem do tempo, conseguindo perceber como, e quanto, é preciso investir para as eliminarem das ruas.
E a verdade é que elas resistem tão bem que quem sabe se daqui a muitos, muitos anos, quando hipoteticamente a Terra já não for habitada por humanos e seres de outros planetas visitarem os destroços do que sobrou da nossa história, esta cultura de bactérias impregnada de DNA humano que habita a Gum Wall deixe transparecer uma outra cultura: a nossa, glueing it all together.

Em 2009, Jennifer Aniston ajudou à popularidade desta parede ao protagonizar um filme chamado Love happens que teve uma das suas cenas filmada lá. E porque ninguém é infeliz ao pé destes tijolos, muitos jovens casais servem-se deles e vão até lá trocar juras de amor e alguma saliva, enquanto posam para a posteridade vestidos de noivos.
Eis uma parede divertida. Um must go, must do, must see.


Nova Linha " Taliban" by Chanel, L.V., Gucci, Hermés, Versace ...
Nem só os artistas de renome e carreira consolidada têm a exclusividade de produzir arte. Ilustres desconhecidos com ambições artísticas esforçam-se por dar o seu contributo para o embelezamento do Mundo com obras voluntariosas e até ingénuas que, na maior parte dos casos, são apenas objectos estéticos de qualidade variável. Raras vezes nos deparamos com algo verdadeiramente significativo para além das suas características estéticas. Então pode haver grandes surpresas, como sucede com as esculturas de armas de Peter Gronquist.

A maioria dos trabalhos deste jovem americano, pinturas e esculturas diversas, são banais. Porém, as esculturas que fez de armas são verdadeiramente inspiradas. Gronquist reproduziu algumas espingardas, pistolas e motosserras em materiais nobres e adornadas de pormenores luxuosos e colocou-lhes etiquetas de marcas famosas: Chanel, Gucci, Prada, Versace, Vuitton, etc. O resultado é tão ridículo, tão kitsch e, simultaneamente, tão chocante que nos consegue verdadeiramente fazer reflectir sem atendermos à parte estética. Não será a Arte isto mesmo?







V
O meu dia só existe porque tu existes
dentro dele. Se tu não vens
é como se o tempo fosse passado
em branco, como se as coisas não
se cumprissem porque tu não soubeste
delas. E se tu vens, fica tudo maior,
mais amplo, sei lá, mas é como se
eu existisse de um jeito mais
completo.
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sem titulo
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
wally 2º
Sem se esquecer, é claro, de procurar também...
Soldados desalinhados
Cavaleiro montado ao contrário
Dois soldados e um só chapéu
Uma lança interminável
Uma trombada que vai acontecer
Batalhão marchando ao contrário
Três cavalos famintos
Uma saudação perigosa
Uma queda em série
Engarrafamento por galanteio
Uma lança ao contrário
Lanças muito curtas
Grupo de frente para vários lados
Grupo de soldados desleixados
Descanso em lugar errado
soluções:
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art*
Aos fumadores...
“Os jovens começam a fumar porque são levados a pensar que é fixe, continuam a fumar porque o tabaco causa dependência” explicou o Comissário europeu para a Saúde e Defesa do Consumidor, John Dalli, sublinhando que compete às autoridades públicas ajudar os cidadãos a quebrar o ciclo associado ao tabaco: dependência, morte e doenças evitáveis.
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noticias
troca-se escravo por automovel
Parece uma cena de um filme mas não é. Um português, levado para Espanha em 2006, onde trabalhou escravizado durante três anos, chegou a ser trocado por um automóvel. “Comprador” e “vendedor” são igualmente portugueses e foram agora detidos pela Directoria do Norte da Polícia Judiciária (PJ). Vão responder pelos crimes de tráfico de pessoas, exploração laboral, sequestro e escravidão.
De acordo com a PJ, a vítima deste caso é um homem natural de Vila Viçosa. Em 2006, foi para Lisboa, onde acabou por ser recrutado por um dos agora detidos, junto a um centro de acolhimento. Disseram-lhe, na altura, que haviam de lhe arranjar trabalho na agricultura, em Espanha, devidamente pago e com direito a todas as restantes regalias.
Nos três anos que se seguiram, e talvez porque também nunca conseguiu esconder as “fragilidades cognitivas e psicológicas”, o homem trabalhou na agricultura, na zona de La Rioja. Por vezes também veio a Portugal, onde, sempre controlado pelo “dono”, vendia em feiras. Num período não especificado, diz a PJ que o homem acabou por ser trocado por um automóvel. Os autores do negócio, de 53 e 29 anos, são familiares.
Os casos de escravidão de portugueses, normalmente levados para Espanha, são cada vez mais frequentes. As vítimas são quase sempre homens, com pouca instrução e rendimentos nulos, que acabam por trabalhar sem remuneração e, por vezes, são espancados e acorrentados para não denunciarem a situação.
http://www.publico.pt/Sociedade/homem-escravizado-foi-trocado-por-automovel_1512085
Nos três anos que se seguiram, e talvez porque também nunca conseguiu esconder as “fragilidades cognitivas e psicológicas”, o homem trabalhou na agricultura, na zona de La Rioja. Por vezes também veio a Portugal, onde, sempre controlado pelo “dono”, vendia em feiras. Num período não especificado, diz a PJ que o homem acabou por ser trocado por um automóvel. Os autores do negócio, de 53 e 29 anos, são familiares.
Os casos de escravidão de portugueses, normalmente levados para Espanha, são cada vez mais frequentes. As vítimas são quase sempre homens, com pouca instrução e rendimentos nulos, que acabam por trabalhar sem remuneração e, por vezes, são espancados e acorrentados para não denunciarem a situação.
http://www.publico.pt/Sociedade/homem-escravizado-foi-trocado-por-automovel_1512085
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noticias
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Ó pianista...
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musica
carros Ralph Lauren !!!!!!!!!!!!!!

Jaguar XKD, 1955, Colecção Ralph Lauren, © Photo Michael Furman
Que Ralph Lauren é um dos estilistas mais conceituados do mundo e que sua grife, de tão sofisticada, passou a representar um verdadeiro estilo de vida, não é novidade.
O que poucos imaginam quando compram uma camiseta, um perfume ou algum artigo da home collection desse norte-americano de 71 anos é que por trás de sua paixão pela moda existe um verdadeiro amante de automóveis. Ralph Lauren tem uma coleção que chega a mais de 60 deles. Todos são modelos clássicos que marcaram época e que representam, ao todo, quase 100 anos da história automobilística mundial.
Logicamente, o luxo e sofisticação de sua grife se estendem ao seu gosto pessoal por carros. Tal como expôs no livro “Speed, Style and Beauty”, os automóveis, para Ralph Lauren, são verdadeiras “obras de arte móveis”. Eles ultrapassam o desenho industrial para abrigar algo de artesanal e artístico. Bugatti, Alfa Romeo, Bentley, Mercedes-Benz, Jaguar, Porsche e Ferrari; todos estão lá, nas roupas, móveis e artigos decorativos desenhados por Lauren. Os carros são elementos artísticos tão enriquecedores para o estilista que no ano passado ele lançou uma coleção de relógios inteiramente inspirada no design de seus automóveis.
Mesmo assim, Ralph Lauren parece não ver sua coleção como algo intocável, feita apenas para ser admirada. Prova disso é que nos fins de semana ele costuma dirigir sua frota na companhia da família. Os carros são tão impecáveis e bem conservados que o motor do Alfa Romeo de 1938 ainda é o mesmo usado na Fórmula 1 da época. Mas um dos maiores destaques da coleção é, sem dúvida, um Bugatti 57 S(C) Atlantic, 1938. Trata-se do último dos quatro exemplares produzidos no mundo.
Os carros são guardados em um galpão projetado por Mark Reinwald e Alfredo Paredes, gerentes e curadores da coleção. O local, que leva o nome de “DAD Garage”, é uma homenagem aos três filhos de Ralph Lauren: David, Andrew e Dylan. A estrutura da DAD Garage é exuberante. Conta com um hall de entrada todo envidraçado e uma sala de reuniões com alguns modelos dos carros da coleção de Lauren em miniatura. O terceiro ambiente é uma oficina destinada a pequenas reparações e finalmente chega-se ao espaço destinado à armazenagem dos veículos. São dois andares cuidadosamente planejados para acomodar os cerca de 60 carros da coleção do estilista.

Mercedes Benz SSK « Comte Trossi », 1930, Colecção Ralph Lauren © Photo Michael Furman

Bugatti 57 SC Atlantic, 1938, Colecção Ralph Lauren © Photo Michael Furman

Ferrari 250 Testa Rossa, 1958, Colecção Ralph Lauren © Photo Michael Furman

Bentley Blower, 1929, Colecção Ralph Lauren © Photo Michael Furman
Atualmente, dezessete carros da coleção podem ser vistos no Museu de Artes Decorativas de Paris. A exposição L’art de l’automibile. Chefs-d’oeuvre de la collection Ralph Lauren ficará em cartaz até o dia 28 de agosto.
A verdade é que a coleção de Ralph Lauren impressiona mesmo aqueles que não são apaixonados por carros. Não há como não ficar impressionado com toda a singularidade, beleza e história reunida em apenas uma coleção de clássicos do automobilismo.
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