domingo, 17 de abril de 2011
Projeção de Sombras: kumi yamashita

Os piores pesadelos de Peter Pan tornaram-se mais reais com o trabalho de Kumi Yamashita. A criança que não queria crescer e tinha medo da própria sombra não poderia ter imaginado que uma artista japonesa viria a utilizar este meio como ponto essencial do seu trabalho.
Yamashita leva a cabo uma arte que é de assombrar: jogando com a manipulação da iluminação, das formas e do movimento, cria sombras que iludem o espectador, originando formas que são, no mínimo, inesperadas. Considerada a mágica das sombras, a autora utiliza a disposição da luz num ângulo oblíquo para criar este truque visual. Um simples ponto de exclamação colocado na parede, quando ilumidado tem uma sombra de ponto de interrogação. Ou um círculo de metal que produz uma sombra de um quadrado perfeito. Apesar de parecer bastante simples, a concepção deste efeito é bem mais complexa do que aparenta. Vejamos, por exemplo, o conjunto de números cuja sombra nos mostra uma mulher de perfil apoiada num corrimão.
Kumi Yamashita viveu a maior parte da sua vida fora do seu país de origem, o Japão, estudando nos EUA desde 1984, e contando já com mais de dez exposições individuais nos EUA, Turquia, Singapura e Japão. As sombras que usa para trabalhar transparecem essa mesma variabilidade, dando ao seu trabalho um carácter tanto temperamental como filosófico.











Geographical Fun: um atlas humorístico da Europa

São doze mapas que fazem a união do contorno dos países a figuras humanas. Foram feitos com o intuito de tornar o tão importante estudo da Geografia mais interessante para as crianças e jovens. Cada mapa vem acompanhado de um pequeno poema de quatro versos relacionado com o país e a figura representada.
O autor dos mapas, William Harvey, introduz sua obra escrevendo sob o pseudônimo Aleph e demonstrando sua intenção de provocar o riso com suas ilustrações. Segundo ele, a diversão momentânea levaria à curiosidade e ao interesse saudável pelas terras estrangeiras.
A partir da leitura desse atlas, a criança e o jovem passariam a fazer associações em suas mentes do contorno dos países com os fatores pertinentes à sua cultura. As ilustrações produzidas por Aleph possibilitaram uma simples e agradável forma de conhecer o mapa e identificar de uma maneira mais profunda cada um dos países, que foram: Inglaterra, Escócia, País de Gales, Irlanda, França, Espanha e Portugal, Itália, Prússia, Alemanha, Holanda e Bélgica, Dinamarca e Rússia.


As figuras utilizadas para ilustrar os países são personagens carregados de símbolos importantes na cultura de cada local. Dinamarca, França, Espanha, Irlanda, Holanda e Bélgica foram representadas por mulheres com vestes típicas e traços marcantes de seus respectivos povos. A francesa, por exemplo, tem aparência grotesca e nariz em forma de gancho, vestindo roupas trabalhadas, como símbolo da vocação que a França possui paras as artes, que o autor fez questão de ressaltar. A espanhola aparece em um só mapa juntamente com Portugal, traduzindo o que o poema chamou de amizade duradoura.
A Escócia e a Itália tiveram como símbolos figuras masculinas. O soldado escocês traja as singulares vestes tradicionais de seu país, e o chefe italiano, defensor da liberdade, aparece ao lado de um representante da igreja católica.
Rússia, Inglaterra e Prússia foram representados pelos seus respectivos líderes: o czar Alexandre II, a Rainha Vitória e Otto von Bismarck. O País de Gales também foi representado por um líder, mas um líder histórico, o nacionalista medieval Owen Glendowr.




Famoso cantor romântico Bryan Ferry hospitalizado por excesso de charme
O famoso cantor britânico Bryan Ferry, conhecido por temas como "The Price of Love", "That's How Strong My Love Is" ou "Slave to Love", foi hospitalizado.
O corpo do cantor de 66 anos, gasto de tantas noites tórridas de amor, não resistiu ao seu próprio e irresistível charme, tendo sofrido um overdose de sex-appeal. Os médicos aconselham agora Bryan Ferry, para seu bem, a cortar a melena que sedutoramente lhe cai sempre em cima dos olhos, escolhendo um penteado mais tosco, como o do Paulo Bento ou da cantora Dina. Ainda segundo os médicos, a quantidade de charme existente no corpo de Brian Ferry seria suficiente para matar quatro homens normais ou para deixar José Sócrates ligeiramente cambaleante.
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