segunda-feira, 25 de julho de 2011
Marilyn Minter
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autopsia inconclusiva.!!
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faz sempre falta.. tem que comprar.!!!

Tem achado o ambiente da sua casa um bocado desanimado? Ou a mesa de trabalho não anda nada convidativa? Os designers da Fred&Friends ferecem soluções perfeitas para quem gosta de se cercar de criatividade, tiradas cômicas e bom gosto em formas contemporâneas. Seja na cozinha, no jardim, no lanche das crianças, na reunião com os amigos ou nas compras do supermercado, a loja oferece dezenas de soluções para problemas até hoje considerados difíceis de superar, como o roubo de canetas emprestadas ou um modo ideal de segurar um canapé. As memórias curtas contam com a ajuda de um adesivo que, colado na mão, serve de bloco de anotações, vem até com caneta especial.

Já para os que cultivam uma decoração cool, há os tapetes de banheiro na forma da banana (lembra a capa do CD dos Velvet Underground feita pelo Andy Warhol). Além dessas funcionalidades, podem ser encontradas também quinquilharias totalmente dispensáveis, mas muito sedutoras, como cubos de gelo em forma de arcada dentária ou fôrmas de torrada com o desenho de Maria, mãe de Jesus.



Tendo como um de seus slogans: coisas que funcionam, colocam um sorriso no seu rosto e não custam uma fortuna, os americanos de Fred&Friends surpreendem com seu design divertidíssimo capazes de provocar ao menos uns minutos de relaxamento até durante aquela reunião de trabalho interminável. Verdadeiras ilhas de alívio num cotidiano cada vez mais sisudo e maluco. Aos interessados, há lojas espalhadas por todo Estados Unidos e Canadá além de, claro, um espaço virtual com todas as peças do catálogo da fascinante loja.


Dubai do Best... cidade rotativa.!!!

O conceito "cidade-jardim" é bastante antigo, pese embora nunca tenha sido posto integralmente na prática. Propostas utópicas e experiências esporádicas sucederam-se ao longo da História da Arquitectura de forma inconsequente. No entanto a ideia nunca morreu: juntar o melhor de dois mundos, a vivência urbana e o ambiente natural, continua a fascinar os arquitectos e as pessoas em geral. O Dubai não é propriamente um mundo ao alcance de todos mas parece estar bastante perto de concretizar esta ideia.

O projecto da Cidade Rotativa foi desenvolvido pela empresa High Rise RE. Consiste basicamente num espaço natural de boa qualidade ambiental e paisagística onde serão construídos vários tipos de edifícios rotativos - moradias, apartamentos, hotéis, restaurantes, etc. São estes, e não a cidade, obviamente, que rodam e procuram assim a melhor orientação solar e a paisagem mais interessante. Há também edifícios flutuantes e, pasme-se, voadores - um filme de ficção científica tornado realidade!

Faisal Ali Moosa, fundador da empresa promotora, está disposto a levar o projecto avante e a iniciar os trabalhos assim que consiga o terreno necessário. Alguns edifícios-modelo foram até já construídos noutros locais de modo a atrair potenciais clientes. Só não se sabe ainda como é que vão pô-los a voar mas, se for uma questão de dinheiro, no Dubai isso não é obstáculo...






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as obras desorganizadas Iwan Baan

Orquidearum Medellin
“Eu sou do tamanho do que vejo, e não do tamanho da minha altura.” A frase de Fernando Pessoa consegue descrever em poucas palavras o trabalho de Iwan Baan. Independentemente de qual seja a altura de Iwan, seu trabalho faz dele um gigante, e mesmo quando está envolto em prédios e pessoas – o que sempre acontece.
Em sua trajetória, Baan passou da incompreensão ao reconhecimento e valorização mundial. Nascido em Alkmaae e criado em Amsterdã, ambas cidades dos Países Baixos, Iwan ganhou sua primeira câmara fotográfica aos 12 anos, uma Agfa Clack – uma câmara que surgiu logo após a Segunda Guerra Mundial, em um momento em que as indústrias da Alemanha tentavam se reconstruir e muitos aproveitaram o boom para criar inúmeros tipos destes aparelhos.
E não tardou muito até que Iwan fosse atrás de um modelo mais sofisticado - afinal, tratava-se de uma câmara com mais de 30 anos de idade na época, isto para alguém que já dava sinais de querer “algo mais”. Nos anos 90, Iwan começou a estudar fotografia. E nunca terminou. Ele diz que é porque alguns de seus professores não consideravam seu trabalho digital como fotografias de verdade.

Mukwano Orphanage - Uganda - Koji Tsutsui

Serpentine Gallery Pavillion, 2007. Olafur Eliasson e Kjetil Thorsen
Amante da tecnologia, a Internet despertou seu interesse. Em 2004, durante uma exposição sobre a história da Europa produzida por Rem Koolhaas – um dos arquitetos mais prestigiados do mundo – Iwan fez uma proposta a Koolhaas: transformar as imagens daquela exposição em um website interativo. Meses depois, ele recebeu uma ligação perguntando se ele poderia acompanhar o arquiteto até Bruxelas para apresentar a ideia a um funcionário da União Europeia. E este talvez tenha sido o ponto chave de viragem.
Foram inúmeras as parcerias com Koolhas. Em uma delas, Iwan ia a cada oito semanas a Pequim, para registrar a construção da torre da CCTV (China Central Television), a maior estação de televisão nacional da China. Depois também fez propostas a outros grandes nomes da arquitetura. Escolheu muito bem seus clientes, conquistando também renome no meio das obras de concreto. Hoje ele é provavelmente o fotógrafo de arquitetura que mais sai em jornais e mais viaja pelo mundo fotografando edifícios.

Torre da CCTV (China Central Television), 2005/2009. Ole Scheeren e Rem Koolhaas.

Torre da CCTV (China Central Television), 2005/2009. Ole Scheeren e Rem Koolhaas.
E se apenas o seu talento não fosse suficiente, Iwan tem um jeito peculiar de fazer seus registros: o elemento humano. Ele vai contra a maré de fotografias de construções estáticas, de imagens perfeitas. Ele retrata a desordem das pessoas entrando e saindo de edifícios com toda a bagunça de uma verdadeira cidade.
Iwan disse certa vez durante uma passagem por Nova York que vê prédios como cenário para sua fotografia de pessoas. E assim é a sua vida, mais “cosmopolita” impossível: viagens, arquitetura e pessoas de toda parte do mundo ao seu redor.

Serpentine Gallery Pavilion, 2006. Kensington Gardens, London. Rem Koolhaas e Cecil Balmond com Arup.

Casa da Música, 2005. Porto, Portugal.

Casa da Música, 2005. Porto, Portugal.
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