quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Ó pianista...
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musica
carros Ralph Lauren !!!!!!!!!!!!!!

Jaguar XKD, 1955, Colecção Ralph Lauren, © Photo Michael Furman
Que Ralph Lauren é um dos estilistas mais conceituados do mundo e que sua grife, de tão sofisticada, passou a representar um verdadeiro estilo de vida, não é novidade.
O que poucos imaginam quando compram uma camiseta, um perfume ou algum artigo da home collection desse norte-americano de 71 anos é que por trás de sua paixão pela moda existe um verdadeiro amante de automóveis. Ralph Lauren tem uma coleção que chega a mais de 60 deles. Todos são modelos clássicos que marcaram época e que representam, ao todo, quase 100 anos da história automobilística mundial.
Logicamente, o luxo e sofisticação de sua grife se estendem ao seu gosto pessoal por carros. Tal como expôs no livro “Speed, Style and Beauty”, os automóveis, para Ralph Lauren, são verdadeiras “obras de arte móveis”. Eles ultrapassam o desenho industrial para abrigar algo de artesanal e artístico. Bugatti, Alfa Romeo, Bentley, Mercedes-Benz, Jaguar, Porsche e Ferrari; todos estão lá, nas roupas, móveis e artigos decorativos desenhados por Lauren. Os carros são elementos artísticos tão enriquecedores para o estilista que no ano passado ele lançou uma coleção de relógios inteiramente inspirada no design de seus automóveis.
Mesmo assim, Ralph Lauren parece não ver sua coleção como algo intocável, feita apenas para ser admirada. Prova disso é que nos fins de semana ele costuma dirigir sua frota na companhia da família. Os carros são tão impecáveis e bem conservados que o motor do Alfa Romeo de 1938 ainda é o mesmo usado na Fórmula 1 da época. Mas um dos maiores destaques da coleção é, sem dúvida, um Bugatti 57 S(C) Atlantic, 1938. Trata-se do último dos quatro exemplares produzidos no mundo.
Os carros são guardados em um galpão projetado por Mark Reinwald e Alfredo Paredes, gerentes e curadores da coleção. O local, que leva o nome de “DAD Garage”, é uma homenagem aos três filhos de Ralph Lauren: David, Andrew e Dylan. A estrutura da DAD Garage é exuberante. Conta com um hall de entrada todo envidraçado e uma sala de reuniões com alguns modelos dos carros da coleção de Lauren em miniatura. O terceiro ambiente é uma oficina destinada a pequenas reparações e finalmente chega-se ao espaço destinado à armazenagem dos veículos. São dois andares cuidadosamente planejados para acomodar os cerca de 60 carros da coleção do estilista.

Mercedes Benz SSK « Comte Trossi », 1930, Colecção Ralph Lauren © Photo Michael Furman

Bugatti 57 SC Atlantic, 1938, Colecção Ralph Lauren © Photo Michael Furman

Ferrari 250 Testa Rossa, 1958, Colecção Ralph Lauren © Photo Michael Furman

Bentley Blower, 1929, Colecção Ralph Lauren © Photo Michael Furman
Atualmente, dezessete carros da coleção podem ser vistos no Museu de Artes Decorativas de Paris. A exposição L’art de l’automibile. Chefs-d’oeuvre de la collection Ralph Lauren ficará em cartaz até o dia 28 de agosto.
A verdade é que a coleção de Ralph Lauren impressiona mesmo aqueles que não são apaixonados por carros. Não há como não ficar impressionado com toda a singularidade, beleza e história reunida em apenas uma coleção de clássicos do automobilismo.
ovelhas telefonicas xD by Jean-Luc Cornec

Nesta era digital, quem não se perguntou pelo destino dos velhos telefones de disco, por exemplo? Bem, muitos terão sido destruídos, outros tantos são quinquilharia perdida, mas, felizmente, há uma réstia desses objectos magníficos na memória colectiva, mais não seja graças a alguns revivalistas e artistas visionários.
Jean-Luc Cornec é um desses artistas. Nascido em Lannilis, pequena localidade do norte de França, estudou na cidade alemã de Frankfurt, onde actualmente reside e trabalha. A sua obra é, pelas suas próprias palavras, um apelo visual de combinação de elementos como o abstracto, o nostálgico ou o arcaico. E é exactamente dessa conjugação que nasce em 2006 um dos trabalhos mais identificativos da sua identidade criativa: 'Ovelhas-Telefone'.
Em Frankfurt, cidade que o acolheu, o Museum für Kommunikation (Museu das Comunicações), o qual exibe vários meios de comunicação, das caixas de correio ao telégrafo, postais, etc., foi o local escolhido para a instalação de Cornec, e não poderia a escolha ser outra.

O artista “esculpiu” ovelhas a partir de antigos telefones, combinando a vida animal e a tecnologia obsoleta, numa analogia genial entre os padrões de comunicação de uma das espécies mais sociáveis do mundo e o Homem, o criador não só desses mesmos telefones, mas também dos próprios conceitos de sociedade e comunicação.
A cabeça e as patas de cada animal são feitas com o aparelho em si, enquanto que o corpo é criado a partir dos fios do mesmo, enrolados sobre uma estrutura metálica, imitando a lã. Algumas das ovelhas parecem alimentar-se, outras estão juntas apenas, formando um rebanho muito realista, havendo até a icónica ovelha negra.

Esta é uma das mostras de arte contemporânea mais imaginativas, inteligentes, inusitadas e bem conseguidas dos últimos anos. A exposição abre o diálogo sobre a importância da arte, do design e da criatividade no que toca à reutilização dos mais diversos materiais, com fins ecológicos e não só.
A manipulação constante destes objectos fora do seu tempo coloca-os num ambiente totalmente novo, dando-lhes uma nova vida e obrigando a uma mudança de perspectiva. Vê-los com uma função que não a tradicional poderá ser a chave para a redução da massa de produtos que a sociedade actual consome e para a elevação ao máximo potencial do que nos rodeia. Por outro lado, dirá a arte contemporânea mais sobre nós do que seria já expectável? Será a escolha destes obsoletos objectos reveladora de um desejo pela simplicidade de outros tempos? Talvez sim, talvez não, para cada um uma resposta, mas a nostalgia está sempre presente.


" TU ÉS MINHA CARA METADE"!
" TU ÉS MINHA CARA METADE"!
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art*
king of my castle
Tornei-me o vosso Rei
Peguemos em arco e escudo.
Seja virtude nossa: tamga
Hurrah! «A lobo, gris-azulado»
As lanças darão floresta.
Onagro, de caça faz os terrenos
E mares e rios...
Um estandarte
O sol. E o céu — acampamento.
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