sexta-feira, 7 de outubro de 2011

VI



Eu quero-te ter , tipo, para sempre, sabes?
Sentar-me do teu lado e segurar bem forte a tua mão.
Sussurrar  um "eu amo-te" ao ouvido.
Ver o pôr do sol ou o nascer do sol contigo.

Acordar de manhã e ver-te dormir ao meu lado. preparar o nosso pequeno-almoço vestindo uma camisa tua. 
Ver filmes de terror contigo só para te poder agarrar quando sentir medo.
Usar o mesmo travesseiro que tu, e ver-te dormir.
Morder as tuas bochechas e dar-te beijinhos à esquimó. 
Vestir as tuas roupas e os teus sapatos e desfilar à tua frente só para te fazer sorrir.
Despentear o teu cabelo e amarrotaras tuas roupas.
Implicar com o teu perfume e dormir abraçada ao teu pescoço para poder sentir o teu cheiro.
Fazer-te feliz, muito feliz.
Deixa que eu te roube para mim e eu prometo não me importar nem um bocadinho em ser roubada por ti.

Os sectores que Steve Jobs revolucionou







Música digital, computador, tablets e telefone.

americano idealiza forma de tirar a neve das estradas.!!!





Vem dos Estados Unidos da América uma ideia que poderia ser bastante útil às estradas portuguesas que no Inverno ficam cobertas de neve. 

Rajib Mallick, professor de engenharia do Instituto Politécnico de Worcester, idealizou um sistema  capaz de derreter a neve que se aloja nas estradas e que as tornam intransitáveis. Trata-se de uma rede de canalização sob as estradas com um fluído quente que serviria como fonte de calor e que resistiria ao congelamento.

De acordo com o projecto do investigador, este líquido seria aquecido pela luz solar e mantido em câmaras de isolamento térmico. Quando ocorressem nevões e a neve se acumulasse nas estradas, o fluído seria distribuído pela canalização, derretendo o gelo.
A estimativa de custos feita por Rajib Mallick indica que para a instalação deste sistema seriam gastos 25 mil dólares (mais de 18 mil euros) por cada cem metros de canalização. Contudo, o engenheiro americano acredita que o retorno deste investimento seria feito em seis meses. 

Segundo o site Ecofriend, outra ideia semelhante está já em desenvolvimento pela empresa Solar Roadways. Este projecto consiste na substituição do asfalto utilizado tradicionalmente nas estradas por painéis solares capazes de suportar a passagem de automóveis. 

Este sistema iria produzir energia para a iluminação das estradas, para as estações de abastecimento de carros eléctricos e para aquecer a estrada, no caso de acumulação de neve. 

00:23

Morreu o DaVinci do séc. XXI



O mágico da tecnologia deixou o mundo dos vivos, este espaço físico onde residem as suas ideias transformadas em aparelhos electrónicos, em sistemas operativos, em transmissões de mensagens pela Internet. Steve Jobs morreu aos 56 anos e omundo não ficou indiferente. O anúncio da sua morte foi tratada como uma má notícia para todos.

Ao longo das últimas horas, compararam-no a Leonardo DaVinci ou a Thomas Edison. Foi, sem dúvida, uma daquelas pessoas excepcionais, com um molde único e será difícil substituí-lo. «É insubstituível», repetiram nos vários testemunhos recolhidos ao longo do dia. O ex-patrão da Apple deixa a empresa no auge da sua produção e todos duvidam que possa continuar a crescer da mesma forma, pela falta desse génio. Ainda assim, Jobs terá deixado as sementes que farão germinar novos produtos nos próximos anos. Igualmente revolucionários, entusiasmantes, sexy.O outro fundador da Apple não será tão conhecido do público. Chama-se Steve Wozniak, 61 anos, é um guru da tecnologia, alguém muito respeitado no meio que em 1976 decidiu avançar com uma das ideias mais brilhantes do mundo moderno. Hoje, em declarações à Associated Press, não consegiu conter as lágrimas.«Foi um choque total. Como se o mundo tivesse perdido John Lennon ou se JFK tivesse morrido. Era o mais extraordinário pensador de negócios, pensava sempre no passo seguinte, no que poderia ter sucesso no futuro. Todos os produtos da Apple mudaram a vida das pessoas e por vezes até me perguntava onde é que ele ia buscar as ideias?»«Perdemos algo que já não podemos recuperar. A forma como ele via as coisas, a maneira como as pessoas amavam os produtos e aquele jeito de criar trouxe muita vida ao mundo. Ele seguia o seu instinto e tinha aquela reputação de líder forte. Para mim foi sempre um bom amigo», disse Woz, tentando ser o mais objectivo possível.Viram-se pela última vez há três meses, quando Jobs já estava muito mal, mas ainda teve forças para apresentar algumas novidades, como o iCloud ou o novo sistema operativo móvel. Segundo Wozniak, o amigo disse-lhe em 1985 que tinha a sensação que poderia morrer antes dos 40 anos de idade, por isso «sentia a necessidade de fazer coisas muito rapidamente».«Acho que o que fazia dos produtos da Apple tão especiais era uma pessoa, mas ele deixou um legado, por isso espero que a empresa continue a ter muito sucesso», vincou.Esta quinta-feira, o mundo da tecnologia lembrou momentos marcantes, como o discurso na Universidade de Stanford, asrespostas por email a consumidores, as suas invenções. A Apple despediu-se, Obama elogiou, os fãs juntaram-se nas lojas para o recordar e a família assegurou que foi uma morte «em paz». Também os leitores do tvi24.pt disseram como a sua vida mudou nos últimos anos e até houve quem ganhasse um emprego por homenagear Steve Jobs.