segunda-feira, 13 de junho de 2011

Um sol radioso patrocinou, durante a tarde de ontem, o casamento de 16 casais com a bênção de Santo António. À noite, as marchas desceram a Avenida e mostraram os seus trunfos.
"Deixem-me lá ver a noiva!", ouve-se num Largo da Sé apinhado de gente. Apesar do sol radioso, ninguém quer perder a oportunidade de ver onze noivas de Santo António. Chegam em carros antigos, emocionadas. Antes, já cinco casais tinham dado o nó pelo civil, nos Paços do Concelho, com igual alegria. Na véspera do dia de Santo António, foram 16 os casais que tiveram a bênção do santo casamenteiro.
Entram uma a uma, de braço dado com o respectivo pai. Despedem-se com um beijinho e logo se juntam ao seu noivo. Chegou finalmente o grande dia. A conservadora dá início à cerimónia, em si mesma uma homenagem à poesia. Cita Camões: "amor é fogo que arde sem se ver", recita ao som dos acordes da guitarra portuguesa. Depois, surge a pergunta que a lei obriga a fazer: "Algum dos presentes tem algo a obstar contra este casamento?". Silêncio na sala. "Leva-me a crer que foram todos comprados", brinca Cecília Rocha. Risos. A boa disposição é generalizada. Tal como o nervosismo. "Estamos felizes, antes havia muito nervosismo", confessa Nuno Quaresma, já no cocktail que se seguiu à cerimónia. "Agora estou bem mais calmo. O mais difícil foi esperar por ela", diz, sem rodeios, Dinis Costa, antes de confraternizar com amigos e familiares.
Na Sé de Lisboa, cerca de três horas e meia mais tarde, a história repete-se. Onze noivos esperam ansiosamente pelas futuras esposas. Levantam-se, olham para a entrada. O seu nervosismo é palpável, enquanto na rua centenas de pessoas vibram com a chegada das noivas. Até que é dada ordem para se levantarem. Há quem respire fundo e a cerimónia começa. Nada falha. Os sorrisos acumulam-se, as lágrimas ao canto do olho não secam. As emoções estão à flor da pele quando cinco casais renovam os votos feitos há 50 anos, em 1961. No final, sente-se a alegria no ar e os 32 casados de fresco seguem em carros antigos até ao Museu da Cidade, para o copo-d'água.
Falta o último grande desafio - dançar a valsa. Ninguém pisa ninguém, o ritmo não podia ser mais acertado. Prova superada. "Que este não seja o dia mais feliz da vossa vida, mas o primeiro de muitos dias felizes", deseja António Costa, presidente da autarquia. É hora de jantar. Amanhã, partem todos para cinco dias de lua-de-mel. O destino é um hotel cinco estrelas no Funchal, Madeira.
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Identificadas zonas de Marte onde vida é mais provável
Uma equipa de cientistas portugueses identificou os lugares de Marte onde é mais provável que possa existir vida e, ao mesmo tempo, menos inóspitos para os astronautas que venham um dia a aterrar no "planeta vermelho".
O geólogo Ivo Alves, da Universidade de Coimbra, disse à agência Lusa que o trabalho da sua equipa permitiu identificar os locais de Marte onde existem campos magnéticos que protegem a superfície do planeta e quaisquer formas de vida que possa albergar.
Ivo Alves explicou que "há 3500 milhões de anos", Marte teve um campo magnético a protegê-lo das radiações cósmicas, tal como a Terra tem, permitindo assim que a vida se desenvolva e evolua.
Mas o núcleo de Marte deixou de girar, é hoje sólido e não produz um campo magnético global para todo o planeta. O que resta são campos magnéticos "cristalizados nas rochas" que garantem que "zonas com milhares de quilómetros quadrados" têm protecção das radiações cósmicas.
"Esses campos remanescentes podem ter preservado das radiações e permitido que houvesse evolução", referiu o cientista, explicando que é nessas zonas que será "mais interessante apontar esforços para encontrar vida".
Ao mesmo tempo, quando um dia aterrarem seres humanos em Marte, poderão nessas zonas encontrar maior protecção sem terem que a levar consigo da Terra.
Apesar de o clima de crise financeira não ser propício a aventuras extraterrestres, Ivo Alves afirmou que "já existe tecnologia na Europa para colocar um astronauta em Marte", um projecto que teria mais hipóteses numa colaboração de vários países com mais meios, como a França, a Alemanha e Itália.
"Ou então será um país como a China, que pode tirar uma grande fatia do seu orçamento" para ir à conquista de Marte, apontou.
De qualquer maneira, para já a tendência é usar "o mais rápido, o mais pequeno e o mais barato": sondas não tripuladas e robôs.
Foi justamente com dados transmitidos pela sonda Mars Odyssey que a equipa de Ivo Alves, que incluiu ainda um biólogo e um astrónomo, conseguiu fazer o mapa das zonas com maiores campos magnéticos.
No total, analisaram "23 milhões de registos" da sonda, que leu os níveis de radiação a cada momento. Depois, foi descobrir de que locais vinham as leituras.
As conclusões deste e de outros estudos vão ser apresentadas a partir de segunda-feira numa conferência internacional sobre a habitabilidade em Marte, que decorre em Lisboa, numa organização conjunta das agências espaciais europeia e americana e da Universidade de Coimbra.
Especialistas de todo o mundo vão debater os avanços mais recentes no estudo das condições do planeta Marte que os cientistas admitem poder albergar vida.
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quarta-feira, 8 de junho de 2011
R9 o fenomeno.!

O cineasta e ensaísta italiano Pier Paolo Pasolini esboçou uma teoria sobre o futebol que, em linhas gerais, diz o seguinte: o futebol é uma linguagem e, como tal, podem-se detectar traços de poesia e de prosa na maneira de jogá-lo. O estilo europeu seria prosa, por representar uma maneira taticamente rígida, um controle pragmático da bola e das ações de ataque e defesa. A poesia seria o futebol praticado na América do Sul, e especialmente no Brasil: o estilo de jogo que está intrinsecamente ligado ao improviso, ao drible e ao rebuscamento no trato com a bola, pouco afeito a táticas rígidas.
Fico um pouco descontente em ter que generalizar uma teoria tão refinada e inteligente, que identifica variações como a prosa estetizante italiana e a prosa realista inglesa, entre outras sutilezas que o amante do esporte bretão ficaria muito contente em saber. Um dia eu volto com um texto sobre este assunto, eu prometo, mas agora vamos ao que interessa: se Pasolini se referiu ao futebol brasileiro como um futebol de poesia, num silogismo simples concluo que nossos jogadores são poetas. E são, de fato.
Hoje, 7 de junho de 2011, precisamente às 21:50 (horário de Brasília) um dos nossos grandes poetas escreverá seus últimos versos no histórico estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembú, em São Paulo – onde curiosamente está o nosso Museu do Futebol.
Ronaldo Luís Nazário de Lima, o Ronaldo “Fenômeno”, o maior centro-avante nascido no planeta Terra, entrará em campo pela última vez vestindo a camisa canarinho, que tanta falta sentirá do jogador que imortalizou a camisa 9, assim como fez Pelé com a 10 e Romário com a 11.
Após o apito final ou no caso de uma possível substituição, Ronaldo deixará para sempre de pisar num estádio como jogador profissional. Será um momento histórico, e eu tenho certeza que muitos irão às lágrimas, emocionados.

Quem pôde acompanhar sua trajetória como jogador, como eu (como muitos), presenciou inúmeros prêmios e títulos, e gols e dribles que desafiaram a lógica do jogo e uniram em deslumbramentos os povos mais variados. Presenciou como a fama desmedida pode custar caro para qualquer pessoa, talvez mais para um jovem de vinte e poucos anos de origem pobre - ser a maior estrela do futebol mundial o derrubou numa crise nervosa horas antes da final da Copa de 98, na França.
Presenciou como o jogador conseguiu pelo menos três vezes durante a carreira renascer das cinzas e provar a tudo e a todos que, em toda história da humanidade, poucos darão aos pés “astúcias” de mãos como ele deu. Sua precisão, seu toque de gênio, sua incomparável facilidade de prever a jogada posterior são daqueles mistérios que, por mais que tentemos decifrar, jamais chegaremos a uma resposta.
Quando, em 14 de fevereiro deste ano, Ronaldo anunciou numa coletiva de imprensa a sua aposentadoria, houve uma comoção nacional: nos bares, nos jornais, nas esquinas não havia outra notícia. “Eu perdi para o meu corpo”, foi com essa frase que ele terminou o anúncio do fim da sua vitoriosa carreira.
Seu corpo, como sabemos, virará adubo – não agora, um dia, quando ele falecer. Seus gols, dribles e jogadas, como também sabemos, flutuarão infinitamente como pólen: alastrando, pelos ares, a poesia do futebol.
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ps,ps,ps.!!!

Francisco Assis anunciou que está na corrida para secretário-geral do Partido Socialista e afirmou que tem de se promover «de novo a abertura do PS à sociedade». «Tempo, imaginação e consistência» foram as palavras-chave anunciadas para a sua candidatura. Adiantou ainda que, se for eleito, abandona o cargo de líder parlamentar e que tem o apoio de António Costa.
Assis falou em «ruptura» com o passado recente do partido: «A nossa herança não vem perseguida de qualquer testamento». Afirmou ainda que a sua candidatura «nada renega, mas tudo quer construir».
Em conferência de imprensa na sede nacional do PS, no Largo do Rato, anunciou a sua intenção sem a companhia de apoiantes: «Quis estar hoje aqui sozinho. A minha candidatura é a de um homem livre, que aderiu ao PS e que com o PS exerceu as mais diversas funções políticas», disse o líder parlamentar no seu discurso.
Francisco Assis disse que o PS tem «uma grande obrigação: constituir-se uma alternativa de esquerda em Portugal». E falou da viragem à direita em toda a Europa: «O projecto europeu apresenta estar em estado de desagregação e a esquerda foi praticamente varrida da governação europeia, optando por soluções conservadoras, por vezes populistas e perigosas».
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FACEBOOK NÃO VAI ABRIR REDE A CRIANÇAS PORQUE ESTAS APENAS DARIAM ‘LIKES’ A POSTS SOBRE COCÓ
Mark Zuckerberg garantiu que, ao contrário do rumor que corria, não abrirá o Facebook a menores de 13 anos. Isto porque, segundo Mark Zuckerberg, esses utilizadores não trariam grande retorno em termos de tráfego à rede social, dando apenas “likes” a posts que falassem de chichi e cocó, os temas que fazem as crianças rir, algo apenas disponível na página do deputado socialista José Lello, que ontem mesmo escreveu que “o Passos Coelho vai fazer chichi pelas pernas abaixo” e que “o Cavaco Silva é mesmo cocó”. VE
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terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
=P
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
old coke

Há uns bons anos, os anúncios da Coca-Cola eram assim... cheios de Glamour e um espelho da sociedade de então. Ao vermos estes anúncios com quase um século, apercebemo-nos das evoluções drásticas de fazer publicidade, tornando claro que existe de facto uma forte ligação entre o conceito publicitário, a forma de comunicar e a sociedade. O curioso é que décadas passadas, com formas diferentes de comunicar, com uma sociedade completamente diferente, sentimo-nos atraídos por estas imagens. Nostalgia?








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world´of´absolut . . .

Quem já não ouviu slogans que se iniciam da mesma forma «Absolut...», mas cuja terminação difere de acordo com o tipo de campanha que pretende promover? É este o mundo de Absolut, uma marca de vodka originária de um país sem antecedentes na fabricação desta bebida.
A história da Absolut Vodka remonta a 1879, ano em que o empresário sueco Lars Olsson Smith decide revolucionar o processo de fabricação de vodka, utilizando uma técnica de destilação contínua em que a vodka é destilada mais de cem vezes. A este processo chama-se retificação e à vodka obtida a partir do mesmo decidiu designar de «Absolut Rent Branvin» (Absolut Pure Vodka).
A partir da pequena cidade sueca de Ahus, esta nova vodka abriu asas para o mundo, iniciando a sua escalada em Estocolmo onde começou por ser vendida a um preço inferior das marcas conhecidas de então. Só passados cem anos desde o seu aparecimento foi exportada pela primeira vez para os Estados Unidos da América, ou seja, em 1979.
Em 1985 conseguiu alcançar a liderança do mercado de vodka nos Estados Unidos da América e em 1986 decide apostar no lançamento de vodka com sabores, contando já com doze sabores diferentes, uma vez que em 2010 foi lançado o Absolut Berri Açaí.

Mas o sucesso da marca Absolut reside igualmente no formato característico da sua garrafa de pescoço curto e sem rótulos. É transparente, tem o nome inscrito como uma tatuagem, está adornada com um medalhão com a foto de Lars Olsson Smith e possui um texto impresso no vidro.
Inspirada numa garrafa medicinal do século XVIII encontrada num antiquário, a garrafa de Absolut começou a ter edições especiais a partir de 2006, aquando das comemorações do final de ano com a Absolut Bling-Bling, de cor dourada em alusão ao ouro e jóias, sendo um sucesso com mais de 1,6 milhões de garrafas vendidas.
Seguiram-se as edições Absolut Disco (2007) alusiva à dance music, em 2008 a Absolut Masquerade sob o tema «Every night is a masquerade» e em 2009 a Absolut Rock Edition como tributo ao rock and roll.



No entanto, o facto do nome Absolut ser reconhecido mundialmente deve-se à longa campanha publicitária «Absolut Perfection» iniciada por volta de 1980 pela agência TBWA e que engloba já mais de mil e quinhentos anúncios sempre baseados no formato característico da garrafa.
Nos anúncios a protagonista é a garrafa, apenas variando os elementos que figuram em seu redor, assim como a frase curta e concisa que a acompanha e que permite uma percepção imediata da mensagem. Este é um conceito que está continuamente a ser reinventado, mantendo sempre o mesmo fio condutor.


Uma outra aposta de sucesso foi a campanha «Absolut Art», na qual artistas conhecidos pintam a sua interpretação da garrafa de Absolut. O primeiro nome associado foi o de Andy Warhol, em 1985, contando-se cerca de trezentos e cinquenta artistas desde então.

Por sua vez, o projecto «Absolut Fashion» (1988) conseguiu reunir nomes consagrados da moda com o intuito de criar colecções inspiradas na marca Absolut.
Em 2003 surge um outro projecto, no qual jovens talentos são incentivados a criar as suas peças inspirando-se numa palavra da garrafa Absolut, surgindo assim as colecções «Absolut Label», de edição limitada.
As acções da marca Absolut estendem-se aos mais variados domínios e incluem nomes conhecidos como o da fotógrafa Annie Liebowitz, do realizador Spike Lee ou do cantor Lenny Kravitz, que compôs a música «Breathe» em exclusivo para o projecto «Absolut Tracks» (2004), que entretanto foi remisturada por vários artistas.

«In an Absolut World» é a mais recente campanha global, lançada em 2008, focando a atenção no filme «Moon» e constituíndo um marco na mudança de conceito que, ao longo de vinte e cinco anos, esteve centrado na garrafa. Agora a criatividade é o mote da campanha que pretende reforçar a ideia de que o consumidor pode entrar num mundo inspirador, levando-os a reflectir sobre o que é um mundo Absolut...
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"O grande cara de pedra" ; "O homem que nunca ri". Buster Keaton
Nascido no coração do teatro de vaudeville*, Keaton começou sua carreira artística participando com seus pais, num número chamado Os Três Keatons, em que a grande piada era o desafio dos pais em disciplinar uma criança mal-educada: algo que nos remete à antiga questão de saber se é a arte que imita a vida ou a vida que imita a arte.
No caso de Buster, percebemos que a vida imitou a arte e sua jornada fluiu naturalmente, entre tombos, quedas, sustos e várias características comportamentais tão naturais a qualquer criança. Tornou-se um dos maiores artistas e humoristas do cinema mudo e de sua época.
Aos 21 anos de idade, com o encerramento da carreira de seu pai (que se tornara alcoólatra), Buster rendeu-se à atração que tinha pelo cinema e mudou-se para Nova Iorque. Lá, encontrou um antigo companheiro, o ator Roscoe "Fatty" Arbuckle, que o convidou para trabalhar no filme "The Butcher Boy" (O Menino Açougueiro).
O sucesso desta dupla cômica foi tão grande que logo foram convidados para estrelar uma sucessão de onze comédias. Keaton passou a escrever seus próprios esquetes e a trabalhar como assistente de direção nos filmes de que participava. Logo passou a escrever seus próprios filmes.

Em 1920 Buster começou a dirigir seus primeiros curtas. Tornou-se um ator de muitos recursos e de impressionante presença cênica.
Mas a característica que ficou para sempre associada a Keaton, uma de suas grandes inovações, é o fato de sua comédia se basear num personagem impassível, que mantém as mesmas feições diante dos fatos ocorridos. Isso explica os apelidos dados a ele pelos críticos: "O grande cara de pedra" e "O homem que nunca ri". Buster percebeu que, ao não modificar sua expressão, o espectador projetaria nele suas aspirações sentimentais, sensoriais e morais.
Foi em 1928 que Keaton cometeu o que ele mesmo considerou ser o seu "grande erro": vendeu seu estúdio de produção para a MGM. Buster - que era o "destruidor" - tornara-se um mero ator assalariado, sem nenhuma independência artística. Obrigado a adaptar-se ao esquema de produção, Keaton envolveu-se com o álcool, tal como o pai fizera antes.
Há quem diga que foi por perder o controle sobre o conteúdo criativo de seus filmes e por ter que aceitar roteiros impostos pelo estúdio que a poesia existente no coração de Keaton se apagou.
Buster passou a década de 1930 em relativa obscuridade, escrevendo gags (corridas, quedas, fugas) para vários filmes, inclusive alguns dos Irmãos Marx, como "Uma Noite na Ópera" e "No Circo". Também fez aparições em filmes como "Crepúsculo dos Deuses", de 1950, e "Mundo Maluco", de 1963.
Um dos momentos mais significativos da sua carreira de ator aconteceu em 1952, quando participou do filme de Charles Chaplin "Luzes da Ribalta". Nele, Keaton e Chaplin fazem um número de dez minutos em dueto - dois velhos atores de "vaudeville" tentando resgatar os bons tempos.
Em 1965, poucos meses antes de sua morte, Buster Keaton protagonizou o único filme realizado pelo teatrólogo Samuel Beckett, chamado simplesmente "Filme".
Além de trenzinhos de brinquedo, o que mais atraía Buster Keaton era representar. Foi o que fez até 1966, quando morreu vítima de um câncer no pulmão.




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