Muitos atribuem aos egípcios a arte de curtir couro e fabricar sapatos. Porém, existem evidências de que os sapatos foram inventados muito antes, no final do Período Paleolítico, onde pinturas dessa época fazem referência ao calçado. Inicialmente, o sapato era a peça de vestuário que possuía a finalidade de proteger os pés mas, hoje, esta peça transcendeu essa finalidade e serve como adorno e acessório de moda, tendo também uma função social.
Os Sapatos de salto alto (frequentemente abreviado como salto-alto ou apenas salto) é o calçado que deixa o calcanhar da mulher significativamente mais elevado do que os dedos, dando a ilusão de pernas mais longas e mais finas. Esses sapatos podem ser encontrados numa ampla variedade de estilos e formas. Conheça algumas propostas bizarras de diversos criadores.
Se está à procura de uma mistura casual e formal, porque não experimenta os sapatos-tênis?
Desenhados por Catherine Meute, estes sapatos simpáticos obtém a sua forma através da dobragem feita pelo consumidor. Também conhecidos como sapato origami.
Esta proposta criativa de Annejet Kosters proporciona uma abordagem que nos permite sentir o chão de uma forma única. Pisar um cigarro não deve ser agradável.
Martin Margiela propõe uns sapatos saídos do conto de fadas Cinderela. Completamente feitos de cristal.
Esta proposta não é barata. Feitos completamente de ouro, farão sensação em qualquer recepção.
O arquitecto Londrino Julian Hakes desenhou uma proposta moderna e fora do convencional. Na verdade o sapato não tem uma forma definida, somente zonas de contacto para os dedos e calcanhar. Toda a silhueta e elegância, segundo Hakes, vem do próprio contorno do pé feminino.
Se pretende pagar uma promessa, estes sapatos são ideais para si. O sapato-prego é muito económico e pode ser comprado em qualquer loja de materiais de construção.
Para aquelas mulheres que estão sempre cansadas, nada como levar uma cadeira para relaxar. Nesta caso, com o Sapato-cadeira temos a certeza que estaremos sempre confortáveis e com os pés bem descansados.
Finalmente, o meu preferido. Desenhado por Iris Schieferstein. Vou deixar os comentários para o leitor... digo somente que será adequado a diversas pessoas (homens e mulheres) que conhece.
A alta tecnologia chegou ao calçado. Dispositivos eléctricos, electromecânicos e electrónicos são utilizados para tornar os nossos sapatos mais funcionais, mais cómodos ou apenas mais divertidos. As propostas chegam de todo o lado, umas puramente conceptuais, outras à venda no mercado...
A tecnologia está ao serviço do Homem para tornar a sua vida mais simples e mais confortável. No entanto estamos apenas habituados a que ela seja aplicada a máquinas e outros engenhos mais ou menos utilitários. Mas ela está por todo o lado, até mesmo nos sapatos que calçamos. Engenheiros e designers trabalham em conjunto para conceber calçado tecnologicamente sofisticado e não nos referimos apenas a ergonomia e outras coisas do género. As propostas que aqui vos apresentamos são definitivamente high-tech. É o caso dos chinelos BrightFeet, que possuem LEDs incorporados com autonomia para 25 minutos. Basta calçá-los para que se acendam. Com estes chinelos as nossas incursões nocturnas ao Wc, ao quarto das crianças ou mesmo ao frigorífico passarão a ser muito mais simples e não incomodarão mais ninguém. À venda aqui.
Os chinelos surgiram para não sujar o chão. Mas estes chinelos de microfibras fazem melhor: limpam sem riscar. Podem ser encomendados aqui em várias cores.
Mas o novo paradigma da limpeza vem do fabricante de electrodomésticos Electrolux, com o espantoso conceito "sapato-aspirador". A característica sola de grande espessura que lhe confere um ar futurista esconde na verdade um pequeno motor eléctrico e um reservatório para o pó. Os projectistas não revelaram ainda mais pormenores sobre o seu funcionamento, uma vez que se encontra numa fase de desenvolvimento precoce.
A VectraSense Technologies propõe-nos nada mais nada menos do que um sapato computorizado. O sapato possui diversas almofadas de ar controladas por um microprocessador que detecta a actividade do utilizador e ajusta a pressão para os níveis mais adequados. Este processador pode ser ligado via wireless a qualquer computador para personalizar os vários padrões de conforto desejados. Para activar a conexão ao computador basta fazer pressão com a biqueira do sapato no chão durante cinco segundos. A tecnologia utilizada e o facto de serem feitos à mão fizeram com que um par deste calçado custasse a módica quantia de 699,99 dólares.
Haverá tecnologia mais sofisticada do que a tecnologia espacial? Esta ideia levou a que o designer inglês Rupert Sanderson criasse uma bota de senhora inspirada em Star Wars.
Se tem problemas nos pés poderá adquirir estes chinelos com massajador. Com vários programas e intensidade variável, são garantia de descontracção e alívio de dores. Podem ser encontrados aqui. Não recomendados a quem tem cócegas.
E, por último, um verdadeiro símbolo de tecnologia. Estes sapatos de tacão alto, concebidos por Tim Cooper, em cabedal branco e fibra de carbono, são baseados no famoso Lamborghini Gallardo. Ultra-finos, ultra-ligeiros e, sobretudo, ultra-elegantes.
A alta tecnologia chegou ao calçado. Dispositivos eléctricos, electromecânicos e electrónicos são utilizados para tornar os nossos sapatos mais funcionais, mais cómodos ou apenas mais divertidos. As propostas chegam de todo o lado, umas puramente conceptuais, outras à venda no mercado...
A tecnologia está ao serviço do Homem para tornar a sua vida mais simples e mais confortável. No entanto estamos apenas habituados a que ela seja aplicada a máquinas e outros engenhos mais ou menos utilitários. Mas ela está por todo o lado, até mesmo nos sapatos que calçamos. Engenheiros e designers trabalham em conjunto para conceber calçado tecnologicamente sofisticado e não nos referimos apenas a ergonomia e outras coisas do género. As propostas que aqui vos apresentamos são definitivamente high-tech. É o caso dos chinelos BrightFeet, que possuem LEDs incorporados com autonomia para 25 minutos. Basta calçá-los para que se acendam. Com estes chinelos as nossas incursões nocturnas ao Wc, ao quarto das crianças ou mesmo ao frigorífico passarão a ser muito mais simples e não incomodarão mais ninguém. À venda aqui.
Os chinelos surgiram para não sujar o chão. Mas estes chinelos de microfibras fazem melhor: limpam sem riscar. Podem ser encomendados aqui em várias cores.
Mas o novo paradigma da limpeza vem do fabricante de electrodomésticos Electrolux, com o espantoso conceito "sapato-aspirador". A característica sola de grande espessura que lhe confere um ar futurista esconde na verdade um pequeno motor eléctrico e um reservatório para o pó. Os projectistas não revelaram ainda mais pormenores sobre o seu funcionamento, uma vez que se encontra numa fase de desenvolvimento precoce.
A VectraSense Technologies propõe-nos nada mais nada menos do que um sapato computorizado. O sapato possui diversas almofadas de ar controladas por um microprocessador que detecta a actividade do utilizador e ajusta a pressão para os níveis mais adequados. Este processador pode ser ligado via wireless a qualquer computador para personalizar os vários padrões de conforto desejados. Para activar a conexão ao computador basta fazer pressão com a biqueira do sapato no chão durante cinco segundos. A tecnologia utilizada e o facto de serem feitos à mão fizeram com que um par deste calçado custasse a módica quantia de 699,99 dólares.
Haverá tecnologia mais sofisticada do que a tecnologia espacial? Esta ideia levou a que o designer inglês Rupert Sanderson criasse uma bota de senhora inspirada em Star Wars.
Se tem problemas nos pés poderá adquirir estes chinelos com massajador. Com vários programas e intensidade variável, são garantia de descontracção e alívio de dores. Podem ser encontrados aqui. Não recomendados a quem tem cócegas.
E, por último, um verdadeiro símbolo de tecnologia. Estes sapatos de tacão alto, concebidos por Tim Cooper, em cabedal branco e fibra de carbono, são baseados no famoso Lamborghini Gallardo. Ultra-finos, ultra-ligeiros e, sobretudo, ultra-elegantes.
Um sol radioso patrocinou, durante a tarde de ontem, o casamento de 16 casais com a bênção de Santo António. À noite, as marchas desceram a Avenida e mostraram os seus trunfos.
"Deixem-me lá ver a noiva!", ouve-se num Largo da Sé apinhado de gente. Apesar do sol radioso, ninguém quer perder a oportunidade de ver onze noivas de Santo António. Chegam em carros antigos, emocionadas. Antes, já cinco casais tinham dado o nó pelo civil, nos Paços do Concelho, com igual alegria. Na véspera do dia de Santo António, foram 16 os casais que tiveram a bênção do santo casamenteiro.
Entram uma a uma, de braço dado com o respectivo pai. Despedem-se com um beijinho e logo se juntam ao seu noivo. Chegou finalmente o grande dia. A conservadora dá início à cerimónia, em si mesma uma homenagem à poesia. Cita Camões: "amor é fogo que arde sem se ver", recita ao som dos acordes da guitarra portuguesa. Depois, surge a pergunta que a lei obriga a fazer: "Algum dos presentes tem algo a obstar contra este casamento?". Silêncio na sala. "Leva-me a crer que foram todos comprados", brinca Cecília Rocha. Risos. A boa disposição é generalizada. Tal como o nervosismo. "Estamos felizes, antes havia muito nervosismo", confessa Nuno Quaresma, já no cocktail que se seguiu à cerimónia. "Agora estou bem mais calmo. O mais difícil foi esperar por ela", diz, sem rodeios, Dinis Costa, antes de confraternizar com amigos e familiares.
Na Sé de Lisboa, cerca de três horas e meia mais tarde, a história repete-se. Onze noivos esperam ansiosamente pelas futuras esposas. Levantam-se, olham para a entrada. O seu nervosismo é palpável, enquanto na rua centenas de pessoas vibram com a chegada das noivas. Até que é dada ordem para se levantarem. Há quem respire fundo e a cerimónia começa. Nada falha. Os sorrisos acumulam-se, as lágrimas ao canto do olho não secam. As emoções estão à flor da pele quando cinco casais renovam os votos feitos há 50 anos, em 1961. No final, sente-se a alegria no ar e os 32 casados de fresco seguem em carros antigos até ao Museu da Cidade, para o copo-d'água.
Falta o último grande desafio - dançar a valsa. Ninguém pisa ninguém, o ritmo não podia ser mais acertado. Prova superada. "Que este não seja o dia mais feliz da vossa vida, mas o primeiro de muitos dias felizes", deseja António Costa, presidente da autarquia. É hora de jantar. Amanhã, partem todos para cinco dias de lua-de-mel. O destino é um hotel cinco estrelas no Funchal, Madeira.
Uma equipa de cientistas portugueses identificou os lugares de Marte onde é mais provável que possa existir vida e, ao mesmo tempo, menos inóspitos para os astronautas que venham um dia a aterrar no "planeta vermelho".
O geólogo Ivo Alves, da Universidade de Coimbra, disse à agência Lusa que o trabalho da sua equipa permitiu identificar os locais de Marte onde existem campos magnéticos que protegem a superfície do planeta e quaisquer formas de vida que possa albergar.
Ivo Alves explicou que "há 3500 milhões de anos", Marte teve um campo magnético a protegê-lo das radiações cósmicas, tal como a Terra tem, permitindo assim que a vida se desenvolva e evolua.
Mas o núcleo de Marte deixou de girar, é hoje sólido e não produz um campo magnético global para todo o planeta. O que resta são campos magnéticos "cristalizados nas rochas" que garantem que "zonas com milhares de quilómetros quadrados" têm protecção das radiações cósmicas.
"Esses campos remanescentes podem ter preservado das radiações e permitido que houvesse evolução", referiu o cientista, explicando que é nessas zonas que será "mais interessante apontar esforços para encontrar vida".
Ao mesmo tempo, quando um dia aterrarem seres humanos em Marte, poderão nessas zonas encontrar maior protecção sem terem que a levar consigo da Terra.
Apesar de o clima de crise financeira não ser propício a aventuras extraterrestres, Ivo Alves afirmou que "já existe tecnologia na Europa para colocar um astronauta em Marte", um projecto que teria mais hipóteses numa colaboração de vários países com mais meios, como a França, a Alemanha e Itália.
"Ou então será um país como a China, que pode tirar uma grande fatia do seu orçamento" para ir à conquista de Marte, apontou.
De qualquer maneira, para já a tendência é usar "o mais rápido, o mais pequeno e o mais barato": sondas não tripuladas e robôs.
Foi justamente com dados transmitidos pela sonda Mars Odyssey que a equipa de Ivo Alves, que incluiu ainda um biólogo e um astrónomo, conseguiu fazer o mapa das zonas com maiores campos magnéticos.
No total, analisaram "23 milhões de registos" da sonda, que leu os níveis de radiação a cada momento. Depois, foi descobrir de que locais vinham as leituras.
As conclusões deste e de outros estudos vão ser apresentadas a partir de segunda-feira numa conferência internacional sobre a habitabilidade em Marte, que decorre em Lisboa, numa organização conjunta das agências espaciais europeia e americana e da Universidade de Coimbra.
Especialistas de todo o mundo vão debater os avanços mais recentes no estudo das condições do planeta Marte que os cientistas admitem poder albergar vida.
O cineasta e ensaísta italiano Pier Paolo Pasolini esboçou uma teoria sobre o futebol que, em linhas gerais, diz o seguinte: o futebol é uma linguagem e, como tal, podem-se detectar traços de poesia e de prosa na maneira de jogá-lo. O estilo europeu seria prosa, por representar uma maneira taticamente rígida, um controle pragmático da bola e das ações de ataque e defesa. A poesia seria o futebol praticado na América do Sul, e especialmente no Brasil: o estilo de jogo que está intrinsecamente ligado ao improviso, ao drible e ao rebuscamento no trato com a bola, pouco afeito a táticas rígidas.
Fico um pouco descontente em ter que generalizar uma teoria tão refinada e inteligente, que identifica variações como a prosa estetizante italiana e a prosa realista inglesa, entre outras sutilezas que o amante do esporte bretão ficaria muito contente em saber. Um dia eu volto com um texto sobre este assunto, eu prometo, mas agora vamos ao que interessa: se Pasolini se referiu ao futebol brasileiro como um futebol de poesia, num silogismo simples concluo que nossos jogadores são poetas. E são, de fato.
Hoje, 7 de junho de 2011, precisamente às 21:50 (horário de Brasília) um dos nossos grandes poetas escreverá seus últimos versos no histórico estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembú, em São Paulo – onde curiosamente está o nosso Museu do Futebol.
Ronaldo Luís Nazário de Lima, o Ronaldo “Fenômeno”, o maior centro-avante nascido no planeta Terra, entrará em campo pela última vez vestindo a camisa canarinho, que tanta falta sentirá do jogador que imortalizou a camisa 9, assim como fez Pelé com a 10 e Romário com a 11.
Após o apito final ou no caso de uma possível substituição, Ronaldo deixará para sempre de pisar num estádio como jogador profissional. Será um momento histórico, e eu tenho certeza que muitos irão às lágrimas, emocionados.
Entrevista coletiva do futebolista brasileiro, no Ministério da Educação.
Quem pôde acompanhar sua trajetória como jogador, como eu (como muitos), presenciou inúmeros prêmios e títulos, e gols e dribles que desafiaram a lógica do jogo e uniram em deslumbramentos os povos mais variados. Presenciou como a fama desmedida pode custar caro para qualquer pessoa, talvez mais para um jovem de vinte e poucos anos de origem pobre - ser a maior estrela do futebol mundial o derrubou numa crise nervosa horas antes da final da Copa de 98, na França.
Presenciou como o jogador conseguiu pelo menos três vezes durante a carreira renascer das cinzas e provar a tudo e a todos que, em toda história da humanidade, poucos darão aos pés “astúcias” de mãos como ele deu. Sua precisão, seu toque de gênio, sua incomparável facilidade de prever a jogada posterior são daqueles mistérios que, por mais que tentemos decifrar, jamais chegaremos a uma resposta.
Quando, em 14 de fevereiro deste ano, Ronaldo anunciou numa coletiva de imprensa a sua aposentadoria, houve uma comoção nacional: nos bares, nos jornais, nas esquinas não havia outra notícia. “Eu perdi para o meu corpo”, foi com essa frase que ele terminou o anúncio do fim da sua vitoriosa carreira.
Seu corpo, como sabemos, virará adubo – não agora, um dia, quando ele falecer. Seus gols, dribles e jogadas, como também sabemos, flutuarão infinitamente como pólen: alastrando, pelos ares, a poesia do futebol.
Francisco Assis anunciou que está na corrida para secretário-geral do Partido Socialista e afirmou que tem de se promover «de novo a abertura do PS à sociedade». «Tempo, imaginação e consistência» foram as palavras-chave anunciadas para a sua candidatura. Adiantou ainda que, se for eleito, abandona o cargo de líder parlamentar e que tem o apoio de António Costa.
Assis falou em «ruptura» com o passado recente do partido: «A nossa herança não vem perseguida de qualquer testamento». Afirmou ainda que a sua candidatura «nada renega, mas tudo quer construir».
Em conferência de imprensa na sede nacional do PS, no Largo do Rato, anunciou a sua intenção sem a companhia de apoiantes: «Quis estar hoje aqui sozinho. A minha candidatura é a de um homem livre, que aderiu ao PS e que com o PS exerceu as mais diversas funções políticas», disse o líder parlamentar no seu discurso.
Francisco Assis disse que o PS tem «uma grande obrigação: constituir-se uma alternativa de esquerda em Portugal». E falou da viragem à direita em toda a Europa: «O projecto europeu apresenta estar em estado de desagregação e a esquerda foi praticamente varrida da governação europeia, optando por soluções conservadoras, por vezes populistas e perigosas».
Mark Zuckerberg garantiu que, ao contrário do rumor que corria, não abrirá o Facebook a menores de 13 anos. Isto porque, segundo Mark Zuckerberg, esses utilizadores não trariam grande retorno em termos de tráfego à rede social, dando apenas “likes” a posts que falassem de chichi e cocó, os temas que fazem as crianças rir, algo apenas disponível na página do deputado socialista José Lello, que ontem mesmo escreveu que “o Passos Coelho vai fazer chichi pelas pernas abaixo” e que “o Cavaco Silva é mesmo cocó”. VE