segunda-feira, 25 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
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domingo, 17 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
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tatuagem:

A prática da tatuagem chegou ao nosso mundo através dos povos da polinésia. Veio com marinheiros, portos e seus freqüentadores, implicou estigmas sociais.
Desde que o Capitão James Cook, em suas expedições pelos mares do Sul, tomou contato com essa arte, muito coisa se passou. A Igreja Católica considerou a prática demoníaca. Na Inglaterra, foi utilizada para identificar criminosos, e teve seu prestígio apagado por muitos anos, ao ser vista sobretudo em braços de bêbados e outros freqüentadores de zonas portuárias.
Mas isso é o passado. Muitas formas de arte e até a visão que se tinha dos artistas eram desprestigiadas em outros tempos, e com a tatuagem não poderia ser de outra forma.
Hoje, quando é considerada uma forma de arte, sofre ainda com a falta de valorização e o descrédito de alguns que continuam se perguntando se isso é mesmo arte.
Para mostrar que sim, que isso é mesmo arte, alguns tatuadores vão a extremos. É o caso de Yann Travaille e Amanda Wachob.



Ninguém há de negar que uma tatuagem é algo muito pessoal. Nada explica à partida o desejo de ter um desenho inscrito na própria pele. Hoje, a quebra de paradigmas que a tatuagem propõe é outra, não mais aquela dos anos 1960 ou 1970, quando hippies, punks e outras tribos urbanas tatuavam os corpos para romper com regras sociais. Na contemporaneidade, os três elementos que caracterizam a prática da tatuagem mudaram: o tatuador já não é mais amador, os clientes englobam pessoas de todas as classes e idades e a tatuagem, em si, superou muitos estigmas sociais.
Nesse contexto, Yann pode servir como exemplo. Os seus desenhos, em sua maioria em preto e vermelho, não oferecem seus significados de bandeja. Quem sabe fosse preciso conhecer cada um dos seus clientes para entender o que seus traços expressam. E muitas vezes essa interpretação é impossível, pois o conteúdo da tatuagem serve apenas ao sujeito que a possui, sendo do seu íntimo para a pele, sem que se queira transmitir mensagens ao resto do mundo. Assim, ela torna-se algo tão abstrato que em alguns casos não é preciso um desenho, apenas as cores.



É aí que se situam as tatuagens de Amanda Wachob, uma das inúmeras tatuadoras que também são artistas plásticas, coisa mais comum do que se imagina. Suas tatuagens expressam o indivíduo de uma forma diferente: ela cria verdadeiros quadros abstratos sobre a pele dos seus clientes. Tatuagens cheias de cores, mas sem desenhos identificáveis, caracterizam seu estilo. O que encanta no seu trabalho é a sensação de leveza. Seus desenhos mais parecem leves pinceladas de cor sobre a pele.
Tatuagens são para sempre! Então, na hora de tatuar pense com qual dos seus “eus” você gostaria de conviver eternamente.


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terça-feira, 5 de julho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
sapatos pa meninas!!!!!
Saltos em arames, por Polly Verity
Muitos atribuem aos egípcios a arte de curtir couro e fabricar sapatos. Porém, existem evidências de que os sapatos foram inventados muito antes, no final do Período Paleolítico, onde pinturas dessa época fazem referência ao calçado. Inicialmente, o sapato era a peça de vestuário que possuía a finalidade de proteger os pés mas, hoje, esta peça transcendeu essa finalidade e serve como adorno e acessório de moda, tendo também uma função social.
Os Sapatos de salto alto (frequentemente abreviado como salto-alto ou apenas salto) é o calçado que deixa o calcanhar da mulher significativamente mais elevado do que os dedos, dando a ilusão de pernas mais longas e mais finas. Esses sapatos podem ser encontrados numa ampla variedade de estilos e formas. Conheça algumas propostas bizarras de diversos criadores.
Se está à procura de uma mistura casual e formal, porque não experimenta os sapatos-tênis?









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hi tech shoes

A tecnologia está ao serviço do Homem para tornar a sua vida mais simples e mais confortável. No entanto estamos apenas habituados a que ela seja aplicada a máquinas e outros engenhos mais ou menos utilitários. Mas ela está por todo o lado, até mesmo nos sapatos que calçamos. Engenheiros e designers trabalham em conjunto para conceber calçado tecnologicamente sofisticado e não nos referimos apenas a ergonomia e outras coisas do género. As propostas que aqui vos apresentamos são definitivamente high-tech. É o caso dos chinelos BrightFeet, que possuem LEDs incorporados com autonomia para 25 minutos. Basta calçá-los para que se acendam. Com estes chinelos as nossas incursões nocturnas ao Wc, ao quarto das crianças ou mesmo ao frigorífico passarão a ser muito mais simples e não incomodarão mais ninguém. À venda aqui.
Os chinelos surgiram para não sujar o chão. Mas estes chinelos de microfibras fazem melhor: limpam sem riscar. Podem ser encomendados aqui em várias cores.

Mas o novo paradigma da limpeza vem do fabricante de electrodomésticos Electrolux, com o espantoso conceito "sapato-aspirador". A característica sola de grande espessura que lhe confere um ar futurista esconde na verdade um pequeno motor eléctrico e um reservatório para o pó. Os projectistas não revelaram ainda mais pormenores sobre o seu funcionamento, uma vez que se encontra numa fase de desenvolvimento precoce.

A VectraSense Technologies propõe-nos nada mais nada menos do que um sapato computorizado. O sapato possui diversas almofadas de ar controladas por um microprocessador que detecta a actividade do utilizador e ajusta a pressão para os níveis mais adequados. Este processador pode ser ligado via wireless a qualquer computador para personalizar os vários padrões de conforto desejados. Para activar a conexão ao computador basta fazer pressão com a biqueira do sapato no chão durante cinco segundos. A tecnologia utilizada e o facto de serem feitos à mão fizeram com que um par deste calçado custasse a módica quantia de 699,99 dólares.

Haverá tecnologia mais sofisticada do que a tecnologia espacial? Esta ideia levou a que o designer inglês Rupert Sanderson criasse uma bota de senhora inspirada em Star Wars.

Se tem problemas nos pés poderá adquirir estes chinelos com massajador. Com vários programas e intensidade variável, são garantia de descontracção e alívio de dores. Podem ser encontrados aqui. Não recomendados a quem tem cócegas.

E, por último, um verdadeiro símbolo de tecnologia. Estes sapatos de tacão alto, concebidos por Tim Cooper, em cabedal branco e fibra de carbono, são baseados no famoso Lamborghini Gallardo. Ultra-finos, ultra-ligeiros e, sobretudo, ultra-elegantes.

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hi tech shoes

A tecnologia está ao serviço do Homem para tornar a sua vida mais simples e mais confortável. No entanto estamos apenas habituados a que ela seja aplicada a máquinas e outros engenhos mais ou menos utilitários. Mas ela está por todo o lado, até mesmo nos sapatos que calçamos. Engenheiros e designers trabalham em conjunto para conceber calçado tecnologicamente sofisticado e não nos referimos apenas a ergonomia e outras coisas do género. As propostas que aqui vos apresentamos são definitivamente high-tech. É o caso dos chinelos BrightFeet, que possuem LEDs incorporados com autonomia para 25 minutos. Basta calçá-los para que se acendam. Com estes chinelos as nossas incursões nocturnas ao Wc, ao quarto das crianças ou mesmo ao frigorífico passarão a ser muito mais simples e não incomodarão mais ninguém. À venda aqui.
Os chinelos surgiram para não sujar o chão. Mas estes chinelos de microfibras fazem melhor: limpam sem riscar. Podem ser encomendados aqui em várias cores.

Mas o novo paradigma da limpeza vem do fabricante de electrodomésticos Electrolux, com o espantoso conceito "sapato-aspirador". A característica sola de grande espessura que lhe confere um ar futurista esconde na verdade um pequeno motor eléctrico e um reservatório para o pó. Os projectistas não revelaram ainda mais pormenores sobre o seu funcionamento, uma vez que se encontra numa fase de desenvolvimento precoce.

A VectraSense Technologies propõe-nos nada mais nada menos do que um sapato computorizado. O sapato possui diversas almofadas de ar controladas por um microprocessador que detecta a actividade do utilizador e ajusta a pressão para os níveis mais adequados. Este processador pode ser ligado via wireless a qualquer computador para personalizar os vários padrões de conforto desejados. Para activar a conexão ao computador basta fazer pressão com a biqueira do sapato no chão durante cinco segundos. A tecnologia utilizada e o facto de serem feitos à mão fizeram com que um par deste calçado custasse a módica quantia de 699,99 dólares.

Haverá tecnologia mais sofisticada do que a tecnologia espacial? Esta ideia levou a que o designer inglês Rupert Sanderson criasse uma bota de senhora inspirada em Star Wars.

Se tem problemas nos pés poderá adquirir estes chinelos com massajador. Com vários programas e intensidade variável, são garantia de descontracção e alívio de dores. Podem ser encontrados aqui. Não recomendados a quem tem cócegas.

E, por último, um verdadeiro símbolo de tecnologia. Estes sapatos de tacão alto, concebidos por Tim Cooper, em cabedal branco e fibra de carbono, são baseados no famoso Lamborghini Gallardo. Ultra-finos, ultra-ligeiros e, sobretudo, ultra-elegantes.

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