segunda-feira, 25 de julho de 2011

autopsia inconclusiva.!!

Amy Winehouse: autópsia inconclusiva; polícia não encontrou "substâncias suspeitas" no apartamento -
Amy Winehouse: autópsia inconclusiva; polícia não encontrou "substâncias suspeitas" no apartamento
A autópsia de Amy Winehouse, realizada hoje, foi inconclusiva. Razões da sua morte só deverão ser conhecidas em outubro.
A autópsia inicial foi "inconclusiva" quanto às razões da morte de Amy Winehouse.

Segundo a agência WENN, só no final de outubro se deverá descobrir a causa direta da morte da cantora.

O corpo será agora entregue à família de Amy Winehouse, para um funeral que irá respeitar a tradição judaica.

As razões da morte de Amy Winehouse só deverão ser determinadas em outubro; até lá, os peritos irão realizar testes toxicológicos e histológicos.

De acordo com a polícia que se encontra a investigar o caso, citada pela Lusa, não foram encontradas quaisquer "substâncias suspeitas" no apartamento de Amy Winehouse, em Camden, no Norte de Londres.

Amy Winehouse foi encontrada sem vida no sábado à tarde, de acordo com alguns relatos por um dos seus seguranças. Ainda não é conhecida a data do funeral.



faz sempre falta.. tem que comprar.!!!

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Tem achado o ambiente da sua casa um bocado desanimado? Ou a mesa de trabalho não anda nada convidativa? Os designers da Fred&Friends ferecem soluções perfeitas para quem gosta de se cercar de criatividade, tiradas cômicas e bom gosto em formas contemporâneas. Seja na cozinha, no jardim, no lanche das crianças, na reunião com os amigos ou nas compras do supermercado, a loja oferece dezenas de soluções para problemas até hoje considerados difíceis de superar, como o roubo de canetas emprestadas ou um modo ideal de segurar um canapé. As memórias curtas contam com a ajuda de um adesivo que, colado na mão, serve de bloco de anotações, vem até com caneta especial.
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Já para os que cultivam uma decoração cool, há os tapetes de banheiro na forma da banana (lembra a capa do CD dos Velvet Underground feita pelo Andy Warhol). Além dessas funcionalidades, podem ser encontradas também quinquilharias totalmente dispensáveis, mas muito sedutoras, como cubos de gelo em forma de arcada dentária ou fôrmas de torrada com o desenho de Maria, mãe de Jesus.
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Tendo como um de seus slogans: coisas que funcionam, colocam um sorriso no seu rosto e não custam uma fortuna, os americanos de Fred&Friends surpreendem com seu design divertidíssimo capazes de provocar ao menos uns minutos de relaxamento até durante aquela reunião de trabalho interminável. Verdadeiras ilhas de alívio num cotidiano cada vez mais sisudo e maluco. Aos interessados, há lojas espalhadas por todo Estados Unidos e Canadá além de, claro, um espaço virtual com todas as peças do catálogo da fascinante loja.
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Dubai do Best... cidade rotativa.!!!

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O conceito "cidade-jardim" é bastante antigo, pese embora nunca tenha sido posto integralmente na prática. Propostas utópicas e experiências esporádicas sucederam-se ao longo da História da Arquitectura de forma inconsequente. No entanto a ideia nunca morreu: juntar o melhor de dois mundos, a vivência urbana e o ambiente natural, continua a fascinar os arquitectos e as pessoas em geral. O Dubai não é propriamente um mundo ao alcance de todos mas parece estar bastante perto de concretizar esta ideia.
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O projecto da Cidade Rotativa foi desenvolvido pela empresa High Rise RE. Consiste basicamente num espaço natural de boa qualidade ambiental e paisagística onde serão construídos vários tipos de edifícios rotativos - moradias, apartamentos, hotéis, restaurantes, etc. São estes, e não a cidade, obviamente, que rodam e procuram assim a melhor orientação solar e a paisagem mais interessante. Há também edifícios flutuantes e, pasme-se, voadores - um filme de ficção científica tornado realidade!
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Faisal Ali Moosa, fundador da empresa promotora, está disposto a levar o projecto avante e a iniciar os trabalhos assim que consiga o terreno necessário. Alguns edifícios-modelo foram até já construídos noutros locais de modo a atrair potenciais clientes. Só não se sabe ainda como é que vão pô-los a voar mas, se for uma questão de dinheiro, no Dubai isso não é obstáculo...
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as obras desorganizadas Iwan Baan

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Orquidearum Medellin
“Eu sou do tamanho do que vejo, e não do tamanho da minha altura.” A frase de Fernando Pessoa consegue descrever em poucas palavras o trabalho de Iwan Baan. Independentemente de qual seja a altura de Iwan, seu trabalho faz dele um gigante, e mesmo quando está envolto em prédios e pessoas – o que sempre acontece.
Em sua trajetória, Baan passou da incompreensão ao reconhecimento e valorização mundial. Nascido em Alkmaae e criado em Amsterdã, ambas cidades dos Países Baixos, Iwan ganhou sua primeira câmara fotográfica aos 12 anos, uma Agfa Clack – uma câmara que surgiu logo após a Segunda Guerra Mundial, em um momento em que as indústrias da Alemanha tentavam se reconstruir e muitos aproveitaram o boom para criar inúmeros tipos destes aparelhos.
E não tardou muito até que Iwan fosse atrás de um modelo mais sofisticado - afinal, tratava-se de uma câmara com mais de 30 anos de idade na época, isto para alguém que já dava sinais de querer “algo mais”. Nos anos 90, Iwan começou a estudar fotografia. E nunca terminou. Ele diz que é porque alguns de seus professores não consideravam seu trabalho digital como fotografias de verdade.
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Mukwano Orphanage - Uganda - Koji Tsutsui
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Serpentine Gallery Pavillion, 2007. Olafur Eliasson e Kjetil Thorsen
Amante da tecnologia, a Internet despertou seu interesse. Em 2004, durante uma exposição sobre a história da Europa produzida por Rem Koolhaas – um dos arquitetos mais prestigiados do mundo – Iwan fez uma proposta a Koolhaas: transformar as imagens daquela exposição em um website interativo. Meses depois, ele recebeu uma ligação perguntando se ele poderia acompanhar o arquiteto até Bruxelas para apresentar a ideia a um funcionário da União Europeia. E este talvez tenha sido o ponto chave de viragem.
Foram inúmeras as parcerias com Koolhas. Em uma delas, Iwan ia a cada oito semanas a Pequim, para registrar a construção da torre da CCTV (China Central Television), a maior estação de televisão nacional da China. Depois também fez propostas a outros grandes nomes da arquitetura. Escolheu muito bem seus clientes, conquistando também renome no meio das obras de concreto. Hoje ele é provavelmente o fotógrafo de arquitetura que mais sai em jornais e mais viaja pelo mundo fotografando edifícios.
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Torre da CCTV (China Central Television), 2005/2009. Ole Scheeren e Rem Koolhaas.
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Torre da CCTV (China Central Television), 2005/2009. Ole Scheeren e Rem Koolhaas.
E se apenas o seu talento não fosse suficiente, Iwan tem um jeito peculiar de fazer seus registros: o elemento humano. Ele vai contra a maré de fotografias de construções estáticas, de imagens perfeitas. Ele retrata a desordem das pessoas entrando e saindo de edifícios com toda a bagunça de uma verdadeira cidade.
Iwan disse certa vez durante uma passagem por Nova York que vê prédios como cenário para sua fotografia de pessoas. E assim é a sua vida, mais “cosmopolita” impossível: viagens, arquitetura e pessoas de toda parte do mundo ao seu redor.
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Serpentine Gallery Pavilion, 2006. Kensington Gardens, London. Rem Koolhaas e Cecil Balmond com Arup.
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Casa da Música, 2005. Porto, Portugal.
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Casa da Música, 2005. Porto, Portugal.


shania twain _-_ still the one

quarta-feira, 6 de julho de 2011

.......



If you see a friend without a smile; give him one of yours.

comanda a vida...

Never Forget You

alguém quer um cachorro?!!!!!

tatuagem:


A tatuagem fez durante muito tempo um percurso inglório no mundo ocidental. Saiu da obscuridade para se tornar uma das formas de auto-afirmação mais utilizadas na nossa sociedade. Depois de todos os estigmas pelos quais passou, recebe honras de obra de arte e o seu futuro é ser cada vez mais pessoal.
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© Valérie Poulin

A prática da tatuagem chegou ao nosso mundo através dos povos da polinésia. Veio com marinheiros, portos e seus freqüentadores, implicou estigmas sociais.
Desde que o Capitão James Cook, em suas expedições pelos mares do Sul, tomou contato com essa arte, muito coisa se passou. A Igreja Católica considerou a prática demoníaca. Na Inglaterra, foi utilizada para identificar criminosos, e teve seu prestígio apagado por muitos anos, ao ser vista sobretudo em braços de bêbados e outros freqüentadores de zonas portuárias.
Mas isso é o passado. Muitas formas de arte e até a visão que se tinha dos artistas eram desprestigiadas em outros tempos, e com a tatuagem não poderia ser de outra forma.
Hoje, quando é considerada uma forma de arte, sofre ainda com a falta de valorização e o descrédito de alguns que continuam se perguntando se isso é mesmo arte.
Para mostrar que sim, que isso é mesmo arte, alguns tatuadores vão a extremos. É o caso de Yann Travaille e Amanda Wachob.

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© Yann Black
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© Yann Black
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© Yann Black
Ninguém há de negar que uma tatuagem é algo muito pessoal. Nada explica à partida o desejo de ter um desenho inscrito na própria pele. Hoje, a quebra de paradigmas que a tatuagem propõe é outra, não mais aquela dos anos 1960 ou 1970, quando hippies, punks e outras tribos urbanas tatuavam os corpos para romper com regras sociais. Na contemporaneidade, os três elementos que caracterizam a prática da tatuagem mudaram: o tatuador já não é mais amador, os clientes englobam pessoas de todas as classes e idades e a tatuagem, em si, superou muitos estigmas sociais.

A vontade de traduzir sentimentos pessoais em símbolos é o que faz com que hoje as tatuagens sejam cada vez mais específicas e originais. Foi-se o tempo em que o desenho tribal que determinada pessoa via em uma revista serviria também a ela: hoje o que se busca é ser único e, para isso, os símbolos de cada um também devem ser únicos.
Nesse contexto, Yann pode servir como exemplo. Os seus desenhos, em sua maioria em preto e vermelho, não oferecem seus significados de bandeja. Quem sabe fosse preciso conhecer cada um dos seus clientes para entender o que seus traços expressam. E muitas vezes essa interpretação é impossível, pois o conteúdo da tatuagem serve apenas ao sujeito que a possui, sendo do seu íntimo para a pele, sem que se queira transmitir mensagens ao resto do mundo. Assim, ela torna-se algo tão abstrato que em alguns casos não é preciso um desenho, apenas as cores.
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© Amanda Wachob
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© Amanda Wachob
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© Amanda Wachob
É aí que se situam as tatuagens de Amanda Wachob, uma das inúmeras tatuadoras que também são artistas plásticas, coisa mais comum do que se imagina. Suas tatuagens expressam o indivíduo de uma forma diferente: ela cria verdadeiros quadros abstratos sobre a pele dos seus clientes. Tatuagens cheias de cores, mas sem desenhos identificáveis, caracterizam seu estilo. O que encanta no seu trabalho é a sensação de leveza. Seus desenhos mais parecem leves pinceladas de cor sobre a pele.
Tatuagens são para sempre! Então, na hora de tatuar pense com qual dos seus “eus” você gostaria de conviver eternamente.
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© Amanda Wachob
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© Amanda Wachob