14h42m
Cavaco Silva considerou, hoje, quarta-feira, que Portugal "depende muito do exterior", sendo necessário conter o endividamento, e que "nunca como agora, o país precisou tanto na Presidência da República de um referencial de segurança, confiança e credibilidade". Prometendo ser um "amortecedor de conflitos", disse ainda que "é preciso fixar um rumo certo".
Num almoço com apoiantes num hotel de Lamego, o candidato reforçou o apelo a que os portugueses votem no próximo domingo, para uma vitória à primeira volta. Lembrando que estamos na recta final da campanha, pediu-lhes para que "não deixem de votar" e reafirmou que "ninguém pode ficar indiferente", às eleições presidenciais.
"Espero que haja consciência forte de que é preciso escolher e escolher bem", defendeu, no distrito de Viseu. Na campanha, disse ter encontrado "uma consciência dos portugueses de que esta eleição é verdadeiramente importante e diferente das outras".
A "situação económica e financeira do país é muito séria e motivo de grande preocupação", alertou, chamando a atenção para o "grande endividamento". "Podemos considerar que há alguma injustiça na forma como nos olham do exterior, mas isso é uma realidade", sublinhou Cavaco Silva.
"Hoje dependemos muito do exterior", lamentou depois, falando não só do endividamento, que é preciso conter, mas, também, dos turistas, dos emigrantes e dos apoios da União Europeia. Ao presidente, alertou, "colocam-se exigências muito fortes".
Em Lamego, onde voltou a apresentar-se como "imparcial e isento", disse que "podemos não ter recursos para muita coisa", mas que não podem faltar para "os portugueses atingidos pela crise".
"Espero que haja consciência forte de que é preciso escolher e escolher bem", defendeu, no distrito de Viseu. Na campanha, disse ter encontrado "uma consciência dos portugueses de que esta eleição é verdadeiramente importante e diferente das outras".
A "situação económica e financeira do país é muito séria e motivo de grande preocupação", alertou, chamando a atenção para o "grande endividamento". "Podemos considerar que há alguma injustiça na forma como nos olham do exterior, mas isso é uma realidade", sublinhou Cavaco Silva.
"Hoje dependemos muito do exterior", lamentou depois, falando não só do endividamento, que é preciso conter, mas, também, dos turistas, dos emigrantes e dos apoios da União Europeia. Ao presidente, alertou, "colocam-se exigências muito fortes".
Em Lamego, onde voltou a apresentar-se como "imparcial e isento", disse que "podemos não ter recursos para muita coisa", mas que não podem faltar para "os portugueses atingidos pela crise".



