quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Cavaco Silva reclama "rumo certo" para o país



14h42m
Cavaco Silva considerou, hoje, quarta-feira, que Portugal "depende muito do exterior", sendo necessário conter o endividamento, e que "nunca como agora, o país precisou tanto na Presidência da República de um referencial de segurança, confiança e credibilidade". Prometendo ser um "amortecedor de conflitos", disse ainda que "é preciso fixar um rumo certo".
Num almoço com apoiantes num hotel de Lamego, o candidato reforçou o apelo a que os portugueses votem no próximo domingo, para uma vitória à primeira volta. Lembrando que estamos na recta final da campanha, pediu-lhes para que "não deixem de votar" e reafirmou que "ninguém pode ficar indiferente", às eleições presidenciais.
"Espero que haja consciência forte de que é preciso escolher e escolher bem", defendeu, no distrito de Viseu. Na campanha, disse ter encontrado "uma consciência dos portugueses de que esta eleição é verdadeiramente importante e diferente das outras".
A "situação económica e financeira do país é muito séria e motivo de grande preocupação", alertou, chamando a atenção para o "grande endividamento". "Podemos considerar que há alguma injustiça na forma como nos olham do exterior, mas isso é uma realidade", sublinhou Cavaco Silva.
"Hoje dependemos muito do exterior", lamentou depois, falando não só do endividamento, que é preciso conter, mas, também, dos turistas, dos emigrantes e dos apoios da União Europeia. Ao presidente, alertou, "colocam-se exigências muito fortes".
Em Lamego, onde voltou a apresentar-se como "imparcial e isento", disse que "podemos não ter recursos para muita coisa", mas que não podem faltar para "os portugueses atingidos pela crise".


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Noite



Noite

"Lá vem a noite, que sequestra a claridade
nos impondo a escuridão.
Que sossega tantos sonhos num manto de saudade,
soluços e mansidão.
Noite que se apaixona, na penumbra dos amantes,
no fascínio do brilhar.
Que não vê, mas insinua, uma poesia nua
brincando no seio lunar.
Quantas faces ela tem no semblante ofuscado,
no véu da rua vazia,?
Que sem piedade anuncia a tristeza adocicada,
em dolorosa alegria.
Noite das vozes roucas que engasgam solidão,
no pranto de ébrias canções.
Dos sonos aprisionados, dos olhos arregalados
em retratos de ilusões.
O que te faz tão minha, neste assombro turvo
de beleza e atração?
São teus segredos guardados, junto aos meus predestinados
na busca da inspiração..."


 Charlyane Mirielle

A experiência

Eugène Delacroix


"Há duas coisas que a experiência deve ensinar: a primeira é que é preciso corrigir muita coisa; a segunda é que não se deve corrigir demais."
Eugène Delacroix.

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172º Aniversário de Paul Cézanne